Consideração!

A consideração é uma espécie de reconhecimento que as pessoas tem em relação a você e que você tem em relação aos outros.
O ato de se ter consideração por alguém significa que você reconhece no outro a virtude, o esforço, a dedicação e mesmo que não tenha retorno da mesma forma, entende que é importante deixar claro que compreende isso na pessoa.
É interessante perceber que por mais desgastados que estejam alguns valores hoje em dia, o que talvez tenha maior espaço na mente das pessoas é distinguir quem se considera e quem lhe considera.
É como se você pudesse elencar àqueles com quem pode contar e que podem contar com você em uma relação de total reciprocidade. Porque considerar tem a ver com confiança, com apoio e com segurança.
A confiança em saber que a pessoa não lhe julga, mas enxerga você como um ser humano.
O apoio para as circunstâncias que você vive porque entende que as conquistas e as vicissitudes acontecem e sempre precisam de alguma palavra amiga para lhe parabenizar ou dar uma "força".
A segurança de poder errar e mesmo assim saber que a pessoa estará lá para lhe ajudar a enxergar o erro e também para abrir o caminho com você para a mudança.
Consideração é isso, é reconhecer.
No mundo dos negócios, a consideração é um tesouro.
Não é todo mundo que tem consideração pelos outros, porque não é apenas uma questão de valores pessoais, pois é um mundo muito competitivo.
Cruzar a linha é muito fácil, em especial quando não há vantagens ou ganhos em retorno. É nesta hora que você percebe e entende quem tem consideração.
Respeitar o ser que você é e que apesar de você estar em um ambiente profissional, saber enxergar que você é uma pessoa, merece toda a sua consideração.
 Então, a consideração é demonstrada nas atitudes.
A atitude de entender, de contextualizar, de ouvir, de falar, de avaliar, de investigar e de perceber que as pessoas estão juntas nas ações; isto é consideração.
Nunca se esqueça que você também tem de fazer a sua parte.
Muito fácil esperar dos outros, mas na verdade o que importa é você ter consideração pelos outros, assim o caminho da reciprocidade se abre a sua frente. 
Mesmo nas situações mais adversas, nunca deixe de considerar os outros. Pense nos outros, como se fosse você. Assim você consegue entender e medir o que você  fizer.
Os seus valores como pessoa devem sempre falar mais alto. Nunca o contrário.
Recear isto é bobagem. Ninguém vai muito longe agindo sem consideração, porque não vem de dentro.
Mas o melhor a saber é que algumas decisões são tão importantes no processo de crescimento que podem significar sofrer ou crescer.
Saiba que os caminhos de grande sucesso são àqueles que valem pelas pessoas.
Decida fazer valer o seu. Saiba considerar.

quinta 08 janeiro 2009 15:54


Dissecando o amor

Blog de thaura :Para todos os males e medos: ESCREVER!, Dissecando o amor

O dicionário diz o seguinte:

do Lat.  amore
s. m.
,

viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos;
inclinação da alma e do coração;
objecto da nossa afeição;
paixão;
afecto;
inclinação exclusiva;

ant.,

graça, mercê.

com -: com muito gosto, com zelo;
fazer -: ter relações sexuais;

loc. prep.,

por - de: por causa de;
por - de Deus: por caridade;
ter - à pele: ser prudente, não arriscar a vida;
- captativo:vd.  amor possessivo;
- conjugal: amor pelo qual as pessoas se unem pelas leis do matrimónio;
- oblativo: amor dedicado a outrem;
- platónico: intensa afeição que não inclui sentimentos carnais;
- possessivo: amor que leva a subjugar e monopolizar a pessoa que se ama; o m. q. amor captativo.

Escolha a sua forma de amar as pessoas e ame sem moderação!

Se todas as pessoas amassem até mesmo seus inimigos, quando teríamos notícias de mortes, assaltos, guerras e desigualdades nos jornais?

 

terça 29 julho 2008 02:23


Qual a sua rotina?

A idéia é a rotina do papel.
O céu é a rotina do edifício.
O inicio é a rotina do final.
A escolha é a rotina do gosto.
A rotina do espelho é o oposto.
A rotina do perfume é a lembrança.
O pé é a rotina da dança.
A rotina da garganta é o rock.
A rotina da mão é o toque.
Julieta é a rotina do queijo.
A rotina da boca é o desejo.
O vento é a rotina do assobio.
A rotina da pele é o arrepio.
A rotina do caminho é a direção
A rotina do destino é a certeza.
Toda rotina tem a sua beleza.



O pé é a rotina da dança.

O pé é a rotina da dança.


O pé é a rotina da dança.

sexta 25 julho 2008 05:31


Aprendendo com o tempo!


com 7 anos: eu adorava brincar no banho.
com 14 anos: eu teimava em tomar banho demorado.
com 21 anos: eu fico preocupada com a quantidade água que gasto no banho.

com 7: eu tinha um diário.
com 14: eu tinha uma agenda.
com 21: eu tenho um blog.

com 7: eu vivia ralando o joelho na calçada de casa.
com 14: eu vivia arrancando bife da unha.
com 21: eu vivo torcendo o pé com salto alto.

com 7: eu queria ser médica.
com 14: eu queria ser jornalista.
com 21: eu sou artista.

com 7: eu entrava na escola às 7h da manhã e dormia na novela das 7h.
com 14: eu entrava na escola às 7h da manhã e dormia na novela das 8h.
com 21: eu custo a ir pra faculdade às 7h da manhã e durmo no depois do Jô.

com 7: eu queria ter uma bicicleta com rodinhas e quatro filhos.
com 14: eu queria ter um carro só meu e dois filhos.
com 21: eu quero um EcoSport e um cachorro.

com 7: eu só pensava em brincar.
com 14: eu só pensava em ir pra faculdade.
com 21: eu só penso em parar de pensar tanto.

com 7: eu sonhava com o Júnior, irmão da Sandy.
com 14: eu ainda sonhava com o Júnior, irmão da Sandy.
com 21: eu sonho em ter sempre com quem sonhar.

com 7: eu era craque no elástico e tinha infinitos amigos.
com 14: eu era craque na escola e tinha alguns amigos.
com 21: eu sou craque no mouse e tenho poucos amigos.

com 7: eu comecei a usar óculos com 1,50’
com 14: eu usava óculos com 3,75’
com 21: eu usava óculos com 6,00’ até fazer a cirurgia de miopia.

com 7: eu sonhava com uma viagem pra Disney com minhas amigas.
com 14: eu sonhava com uma viagem pra Espanha com meu namorado.
com 21: eu sonho com uma viagem pra Paris sozinha.

com 7: eu fazia comida de mentirinha no kit-frite.
com 14: eu fazia macarronada com miojo.
com 21: eu ligo para o China in Box delivery e peço um yakisoba.

com 7: eu acreditava em papai noel e adorava a páscoa.
com 14: eu acreditava em amor eterno e me controlava na páscoa.
com 21: eu acredito que não dá pra acreditar em tudo e compro ovo diet na páscoa.

com 7: eu lia gibi da mônica.
com 14: eu lia J. K. Rowling.
com 21: eu leio Chris Linnares.

com 7: eu queria saber de onde vêm os bebês.
com 14: eu queria saber para onde vamos depois da morte.
com 21: eu queria saber como faço para me ver livre das contas no final do mês.

com 7: eu tinha medo de bicho-papão.
com 14: eu tinha medo das drogas.
com 21: eu tenho medo de george w. bush.

com 7: eu odiava que me chamassem de criança.
com 14: eu odiava que me chamassem de adolescente.
com 21: eu odeio que me chamem de tia.

com 7: eu dava boa noite a Cid Moreira e Celso Freitas.
com 14: eu dava boa noite a William Bonner e Fátima Bernardes.
com 21: eu dou bom dia a Renato Machado e Renata Vasconcellos.

com 7: eu ouvia trem da alegria e vi na TV o rock in rio I.
com 14: eu ouvia engenheiros do hawaii e me perguntava porque não tinha ido pro rock in rio II.
com 21: eu ouço maria rita e ouvi falar do rock in rio III.

com 7: eu via Punk, a levada da breca e Muppet Babies.
com 14: eu via Gilmore Girls e Friends.
com 21: eu mal vejo a minha TV.

com 7: eu queria viver como a Xuxa e ter os cabelos da Ivete Sangalo.
com 14: eu queria cantar como a Sandy e ser sexy como a Ivete Sangalo.
com 21: eu queria ser bonita como a Drew Barrymore e ter as pernas da Ivete Sangalo.

com 7: eu rezava pela paz mundial.
com 14: eu rezava pela paz em casa.
com 21: as minhas orações ainda não foram atendidas.

quinta 24 julho 2008 03:44


Cartas para ninguém


 

Esse é o nome de um ballet que vi recentemente.

Me remeteu à quantas e todas as cartas que escrevi e rasguei, ou guardei e até hoje mofam no silêncio das perguntas não feitas. Esses dis me surpreendi pegando uma caneta, alisando um papel, derramando gotas de mim e para quê? Entregar recortes dos meus pensamentos mais íntimos, que só tenho coragem de contar para aquele mudo papel não está na minha lista de tarefas.

Gastar a tinta daquela caneta era tão prazeroso que nem percebi que ali, mais minhas mãos, nascia mais uma carta para ninguém ler. Era mais uma para mofar na caixa que guardo tão protegida, ao abrigo da luz e umidade, onde só minhas mãos sabem chegar...

 

Enquanto isso, vou ouvindo Esquadros que a Adriana sussura pra mim, através do meu mp3, que vai comigo no bolso, consolidando a minha total e absoluta solidão.

Estou com raiva desse aparelhinho.

Ele existe pra me lembrar que só me resta acomodar-me no meu mundo, com a minha música, enquanto conto os postes da minha casa até o trabalho.

 

 

 

De saco cheio disso tudo. Porém, as atualizações estão sendo providenciadas.

Fazendo download, aguarde...

terça 15 julho 2008 02:43


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